Utilização ineficaz da tecnologia
por Mário H. Noronha
Tópico deste conteúdo: Como melhorar a utilização ineficaz da tecnologia
A quem pode interessar ler: profissionais e organizações
No quarto – e último – texto deste mês, abordaremos o uso ineficaz da tecnologia, um dos fatores que pode contribuir para a falha na compreensão das necessidades dos clientes nas organizações.
Utilização ineficaz da tecnologia, significa deixar de aproveitar a tecnologia para recolher insights, interagir com os clientes ou melhorar a experiência deles, o que pode deixar necessidades significativas do cliente por resolver.
Uma outra consequência, desta utilização ineficaz da tecnologia, é o investimento em produtos, serviços ou estratégias de marketing errados, tendo por base numa compreensão equivocada das necessidades dos clientes, o que conduz a um desperdício de recursos e à redução da eficiência operacional da organização.
"A tecnologia que você utiliza não impressiona ninguém. A experiência que você cria com ela é tudo." - Sean Gerety
Uma possível solução, passa pela adoção de metodologias ágeis. As organizações podem adotar processos de desenvolvimento ágeis, que permitem iterações rápidas com base no feedback dos clientes e nas suas necessidades de mudança.
Esta flexibilidade garante que os produtos e serviços evoluam de forma mais alinhada com as expectativas do cliente.
Naturalmente que há que ter em consideração que, mesmo quando as necessidades do cliente são compreendidas pela organização, não agir com base nesse entendimento, pode desencorajar a partilha de feedback por parte dos clientes, fazendo com que eles sintam que as suas necessidades não são valorizadas.
Compreender as necessidades do cliente e em parceria com eles, com a adoção de metodologias ágeis, ajuda as organizações a alocar os recursos de uma forma mais eficaz, o que evita desperdício em produtos ou serviços que não satisfazem as necessidades do mercado.
No próximo mês, iniciaremos um conjunto de artigos sob um novo tema.
Nota do autor: este texto expressa uma perspetiva pessoal enquadrada dentro de alguns parâmetros, não é um artigo científico, de natureza médica, prescritiva ou vinculativa. Também é importante notar que não se pretendeu fazer uma análise exaustiva, no futuro haverá novos textos que abordarão outras formas de olhar para estes mesmos tópicos.
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