Falta de inovação
por Mário H. Noronha
Tópico deste conteúdo: Como melhorar a falta de inovação
A quem pode interessar ler: profissionais e organizações
No terceiro texto deste mês, abordaremos a falta de inovação, um dos fatores que pode contribuir para a falha na compreensão das necessidades dos clientes nas organizações.
Por falta de inovação, entende-se que é uma cultura organizacional que não prioriza ou não incentiva a inovação, o que conduzir e que não consiga adaptar os produtos e serviços para satisfazer as necessidades - que estão em constante mudança - dos seus clientes.
Uma das consequências de não satisfazer estas necessidades, é uma perda de quota de mercado, porque os clientes podem recorrer a organizações concorrentes, que ofereçam melhores soluções.
"A aprendizagem e a inovação andam de mãos dadas. A arrogância do sucesso é pensar que, o que fez ontem, será suficiente para amanhã." – William Pollard
Uma possível solução, pode passar pela organização de workshops ou hackathons, com foco na inovação em torno das necessidades do cliente. Para que sejam o mais abrangentes possível, a organização pode incentivar a participação de diferentes departamentos, o que permite formular e debater perspetivas mais diversificadas.
Este tipo de abordagem pode, no entanto, enfrentar um obstáculo muito relevante, quando o foco está no curto prazo. As organizações que se concentram - quase que exclusivamente - nos ganhos de curto prazo, podem negligenciar a importância de compreenderem e de se adaptarem às necessidades - e tendências - de longo prazo dos seus clientes.
Havendo alinhamento entre a solução proposta e, caso a organização tenha uma visão de médio e longo prazo, esta melhor compreensão das necessidades dos seus clientes, pode conduzir ao desenvolvimento de produtos e serviços mais bem direcionados, o que potencia as suas vendas, seja em clientes existente, seja através de vendas adicionais ou de oportunidades de vendas cruzadas, contribuindo para aumentar as suas receitas e a sua rentabilidade.
Nota do autor: este texto expressa uma perspetiva pessoal enquadrada dentro de alguns parâmetros, não é um artigo científico, de natureza médica, prescritiva ou vinculativa. Também é importante notar que não se pretendeu fazer uma análise exaustiva, no futuro haverá novos textos que abordarão outras formas de olhar para estes mesmos tópicos.
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